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«Joaquim d’Almeida, que foi um génio, identificando-se com todas as modalidades da sublime Arte de representar — e muito prejudicado foi por não ter preferido só o caminho onde a sua feição artística era grandiosa de verdade e de sentimento — o drama e a tragédia — virava em omelete, realizando a arte cómica (…) depois de ter sido extraordinariamente grande no Luís XI, no Papá Lebonnard, na Aleluia! Sem embargo, o Joaquim d’Almeida foi um actor popular (…)».
Carlos Leal, no livro «No palco e na rua»




